Com regravações de Erasmo Carlos, projeto disponibiliza músicas para download gratuito em troca do plantio de uma árvore. “Sou uma criança. Não entendo nada” será lançada em 02 de maio
São Paulo, maio de 2012 – O MudaRock, projeto multiplataforma sobre consciência ambiental, que envolve música, juventude e internet, reuniu grandes nomes da música nacional para regravar dez sucessos de Erasmo Carlos que serão liberados para download gratuito. A cada download, uma árvore será plantada e o objetivo é o plantio de um milhão de árvores durante todo o projeto. A segunda música a ser lançada é a versão do Cachorro Grande para o sucesso de Erasmo, “Sou uma Criança. Não Entendo Nada”.
A banda gaúcha, formada por Beto Bruno (vocal), Marcelo Gross (guitarra), Rodolfo Krieger (baixo), Pedro Pelotas (teclado) e Gabriel Azambuja (bateria), deu toda uma nova roupagem rock ‘n’ roll, simples, rápida e dançante para a música de Erasmo, lançada no dia 02 de maio. Segundo Beto, todos da banda são fãs do Tremendão, então todos fizeram a gravação com o maior tesão: “Tocamos da nossa maneira uma música que nós curtíamos na nossa adolescência. Ficamos lisonjeados em participar desse projeto, em homenagem ao rei do rock brazuca”, completa.
As Lojas oficiais de ícones mundiais no cenário artísticos foram lançadas no Brasil. Agora, artistas como Madonna e Roger Waters possuem lojas virtuais destinados a fãs brasileiros.
Na loja da Madonna, os fãs encontrarão produtos como camisetas e moletons da cantora. Já na Loja de Roger Waters os fanáticos encontrarão bonés, canecas, camisetas, e posters do artista.
O destaque atual para agricultura empresarial fica por conta das linhas para o programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), voltadas a financiar a implantação de viveiros de mudas florestais, implantação de sistema de integração lavoura-pecuária-floresta, recuperação de áreas de preservação permanente (APP) ou de reserva legal, implantação de agricultura orgânica, recuperação de pastagens, implantação e manutenção de florestas comerciais e implantação e melhoramento de sistemas de plantio direto na palha. Na safra 2011/12, o desembolso total no ABC já ultrapassou a marca de R$ 580 milhões.
Pensando nesta demanda criada pelos incentivos às florestas, o IBF - Instituto Brasileiro de Florestas, amplia e consolida o Programa Eco Parceiros, que visa a produção de mudas nativas em parceria com pessoas físicas ou empresas rurais. O Programa fomenta a instalação de projetos de empreendimentos de viveiros florestais com padrão de qualidade definido, atendendo as demandas regionais por mudas. O empreendor estima um lucro líquido de aproximadamente R$ 5.500,00 reais por mês para cada módulo de produção de 120 mil mudas anuais, recebendo a orientação e capacitação pela equipe do instituto. Artigos Relacionados:
Em junho, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, dois temas conduzirão as atividades das empresas de celulose e papel e da Bracelpa: valorização dos créditos de carbono florestal e ampliação do debate sobre biotecnologia arbórea. O objetivo é mostrar como se pode suprir a demanda futura de produtos florestais, ao mesmo tempo que essa indústria colabora, cada vez mais, para a preservação ambiental, a inclusão social e a viabilidade econômica do negócio.
Valorização do carbono florestal no contexto da economia Verde
O fortalecimento da economia baseada em florestas plantadas, a partir de sólidos critérios socioambientais, está diretamente relacionado à promoção do desenvolvimento sustentável. a produção de madeira renovável e de seus derivados faz parte do cerne de diversos serviços ambientais e de temas fundamentais para a economia verde e a erradicação da pobreza, tais como: uso de energia de biomassa em vez de fontes fósseis, uso sustentável da terra e seus recursos hídricos, geração de renda e empregos em larga escala no meio rural, integração com pequenos produtores rurais, proteção à biodiversidade, diminuição da pressão por desmatamento, consolidação de padrões de produção e consumo sustentáveis baseados em matérias-primas renováveis e, de maneira muito especial, mitigação da mudança global do clima.
Encontro foi na sede do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS).
Representantes de empresas, da Prefeitura e do Governo do Estado se reuniram na sede do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) para debater a BVRio, uma espécie de bolsa de valores verde do Rio. O encontro buscou atender ao grande interesse das empresas em conhecer melhor o acordo de cooperação firmado para a criação da Bolsa Verde, que vai negociar ativos ambientais entre as empresas em atividade no país. A Vice-Presidente do CEBDS, Mariana Meirelles; a secretária municipal de Fazenda do Rio, Eduarda de La Roque; o Presidente da BV-Rio, Pedro Moura Costa, e o representante da Secretaria do Ambiente do Estado do Rio de Janeiro, Walter Figueiredo de Simoni, apresentaram o que está sendo feito para garantir a ativação da bolsa.
O objetivo da Bolsa Verde do Rio é criar um mercado de ativo ambientais, que busca o incentivo à sustentabilidade no Estado. Nesse momento inicial, a bolsa funcionaria da seguinte maneira: as empresas que conseguissem reduzir o seu nível de emissão de gases de efeito estufa (GEE) teriam direito a créditos de carbono que seriam vendidos na bolsa àquelas que emitem mais do que deveriam. Para tanto, a primeira medida para estabelecer esse mercado é definir as metas de emissão por meio de leis municipais, estaduais e/ou federais, que serviriam de base para os limites de emissão. O Rio de Janeiro ainda não tem metas obrigatórias e a ideia é que em junho, quando a BVRio começar as atividades, as negociações se baseiem em metas voluntárias. Uma das exigências para as empresas que quiserem negociar na Bolsa é que elas tenham um inventário de emissões. A BVRio indica como ferramenta para o cálculo dessas emissões o GHG Protocolo, trazido ao Brasil em 2008 pelo CEBDS e, hoje, internacionalmente reconhecido como o padrão mundial de inventários de carbono.